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O ingresso na pós-graduação stricto sensu é um marco na carreira de qualquer profissional ou acadêmico. No entanto, um obstáculo costuma surgir logo na leitura do edital: a proficiência em língua estrangeira. Muitos candidatos se perguntam como fazer mestrado sem saber inglês ou se a falta de fluência pode ser um fator de exclusão imediata.
A boa notícia é que existe uma diferença fundamental entre “saber falar inglês” e “ter proficiência acadêmica”. Hoje, vamos desmistificar as exigências das universidades e apresentar caminhos estratégicos para que o idioma não seja um impedimento para o seu título de mestre.
Esta é a dúvida mais comum entre os candidatos. A resposta curta é: não. A fluência, que envolve a habilidade de falar e ouvir com naturalidade (o speaking e o listening), raramente é exigida em processos seletivos de mestrado no Brasil, salvo em áreas muito específicas como Letras ou Relações Internacionais.
O que as universidades exigem é a proficiência em leitura e compreensão de textos. Na prática, isso significa que você precisa ser capaz de ler um artigo científico, compreender a metodologia e os resultados, e responder a questões sobre o texto (geralmente em português). Portanto, o medo de “não saber falar” não deve impedir sua candidatura.
Para entender como fazer mestrado sem saber inglês de forma convencional, você deve focar no Inglês Instrumental. Enquanto os cursos de idiomas tradicionais focam em conversação e gramática profunda, o Inglês Instrumental foca em técnicas de leitura técnica e reconhecimento de vocabulário acadêmico.
O objetivo da prova de proficiência é garantir que o pesquisador consiga consumir a bibliografia internacional da sua área. Como a maior parte da produção científica global é publicada em inglês, o domínio da leitura torna-se uma ferramenta de trabalho, e não uma habilidade social.
Sim, é possível encontrar algum mestrado que não precisa de inglês, mas eles são exceções e geralmente possuem particularidades:
No caso do Mestrado EAD, a exigência de proficiência costuma seguir o mesmo padrão dos cursos presenciais, pois a regulação da CAPES é rigorosa. No entanto, a flexibilidade do formato online permite que o aluno dedique tempo específico para o estudo do inglês acadêmico paralelamente às disciplinas, facilitando a organização do cronograma.
Geralmente, o inglês é a língua padrão. Contudo, dependendo do programa, para fazer mestrado precisa saber outro idioma se o seu objeto de estudo assim o exigir. No doutorado, é comum a exigência de uma segunda língua estrangeira. Se você já possui domínio do espanhol, por exemplo, verifique se o edital do seu interesse aceita essa opção como língua principal ou secundária.
Se você se sente inseguro, o segredo não é se matricular em um curso de inglês de cinco anos, mas sim em um treinamento focado em provas de proficiência.
Entender como fazer mestrado sem saber inglês fluentemente é o primeiro passo para destravar sua carreira acadêmica. O foco deve ser a superação da barreira da leitura técnica. Com a estratégia correta e o preparo voltado para o Inglês Instrumental, o idioma deixa de ser um vilão e passa a ser apenas mais uma etapa técnica da sua aprovação.
Sim. A maioria dos programas de mestrado exige a aprovação na prova de proficiência como condição obrigatória. Em alguns editais, a prova é eliminatória (ocorre na primeira fase); em outros, é classificatória ou deve ser entregue até o final do primeiro ano. Sem o certificado de proficiência, o aluno não consegue defender sua dissertação e obter o título.
Diferente dos testes de proficiência internacional (como TOEFL ou IELTS), que avaliam as quatro habilidades, as provas de mestrado no Brasil geralmente focam no nível intermediário de leitura. O candidato deve demonstrar que consegue compreender a estrutura de um texto acadêmico, identificar argumentos principais e traduzir termos técnicos da sua área de atuação.
Isso depende estritamente do edital da universidade. Muitas instituições permitem o uso de dicionários impressos durante a prova, o que reforça que o objetivo não é testar a memorização de palavras, mas a capacidade de interpretação e o uso estratégico de ferramentas de consulta para compreender um texto científico.
Caso o programa permita a entrega posterior (após a matrícula), você terá novas oportunidades de realizar o exame durante o primeiro ano de curso. Se você não atingir a nota mínima no prazo estipulado pelo regimento, corre o risco de ser desligado do programa. Por isso, a preparação antecipada em Inglês Instrumental é altamente recomendada.
Diferente do inglês fluente, que leva anos, uma preparação focada em Inglês Instrumental para fins acadêmicos pode levar de 6 a 10 semanas. Esse tempo é suficiente para o candidato aprender técnicas de leitura rápida (skimming e scanning), gramática aplicada à leitura e vocabulário técnico da sua área.
Sim. Como o sistema de pós-graduação no Brasil é regulado pela CAPES, tanto universidades públicas quanto particulares mantêm o padrão de exigência de proficiência em língua estrangeira para garantir a qualidade da pesquisa e o acesso à bibliografia internacional.
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